Agonia
Da autoria de Manuel Nascimento, publidado em 1954 e dedicado a Graciliano Ramos, este romance tem como protagonista um pintor que regressa à casa familiar para assistir à morte do pai, propiciando o espaço e o momento o alinhavar de memórias onde escalpeliza os sentimentos e as relações familiares. Narrado e escrito na primeira pessoa pelo protagonista, César Madeira, o texto constitui um "amontoado de frases sem nexo [...] ditado, do princípio ao fim, por uma pretensão, «a de largar a pele»": "Julguei no desabafo um bom processo de cura psíquica e como, por falso pudor, a ninguém seria capaz de fazer uma confissão, resolvi escrever. Depois rasgaria e queimaria tudo... Mas não foi assim" (da introdução, assinada por César Madeira). O título caracterizará quer o estertor físico do pai e a degradação moral do filho, quer, mais amplamente, a agonia da época situada entre as duas grandes guerras.
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Graciliano RamosEscritor brasileiro, Graciliano Ramos nasceu a 27 de outubro de 1892, no Nordeste brasileiro, e morr...
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Bom Senso e Bom GostoConstitui um dos documentos mais importantes da polémica literária que ficou conhecida como a Questã
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Notícias do BloqueioSérie de nove "fascículos de poesia" publicados no Porto, entre 1957 e 1961, sob a direção de Egito
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O BoboRomance histórico inicialmente publicado na revista O Panorama, em 1843, refundido e ampliado na edi
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