Alfredo Taunay
Escritor e político brasileiro, Alfredo Maria Adriano d'Escragnolle Taunay nasceu a 22 de fevereiro de 1843, no Rio de Janeiro, Brasil.
De uma família francesa culta e de boa posição social, Alfredo Taunay teve a melhor educação possível no Brasil. Em 1858, obteve o bacharelado em Letras no Colégio Pedro II e, no ano seguinte, integrou a Escola Militar (atual Academia Militar das Agulhas Negras), onde se formou em Ciências Físicas e Matemáticas.
Durante a guerra do Paraguai com o Brasil, que começara em 1865, Alfredo Taunay participou, na expedição do Mato Grosso, como ajudante da Comissão de Engenheiros, sendo depois promovido a 1.º Tenente. O jovem ficou também encarregado de redigir o Diário do Exército, documento oficial das ações militares brasileiras. Terminada a guerra, em 1870, e promovido a capitão, Taunay regressou ao Rio de Janeiro, onde concluiu o seu curso de Engenharia Militar que tinha começado em 1862. Foi na Escola Militar que iniciou a sua carreira de docente, ensinando a disciplina de Geologia e Mineralogia.
Em 1872 dedicou-se também à política, tornando-se deputado do Partido Conservador por Goiás e, em 1876, foi eleito Presidente da província de Santa Catarina. Defendeu o casamento civil, a libertação progressiva dos escravos, os imigrantes e a naturalização dos estrangeiros. Em 1881 foi de novo eleito deputado, em 1885 demitiu-se do exército para assumir a presidência da província do Paraná e em 1886 foi senador. Dois anos depois, com a Proclamação da República, Taunay abandonou a política, pois era defensor da Monarquia.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico, membro fundador da Academia Brasileira de Letras e, em 1889, recebeu o título de Visconde.
Quanto à sua obra literária, que apresenta características românticas, Alfredo Taunay publicou A Mocidade de Trajano (1971), La Retraite de Laguna (1871) - onde descreve as suas impressões da guerra do Paraguai, Inocência (1872), Ouro sobre Azul (1875), Amélia Smith (1886), O Encilhamento (1894), entre outros. De referir que Taunay utilizou vários pseudónimos: Anapurus, André Vidal, Carmotaigne, Eugênio de Melo, Flávio Elísio, Heitor Malheiros, Sílvio Dinarte, Múcio Escoevola e Sebastião Corte Real.
A 25 de janeiro de 1889, Alfredo Taunay, pai do historiador Afonso Taunay, faleceu no Rio de Janeiro.
De uma família francesa culta e de boa posição social, Alfredo Taunay teve a melhor educação possível no Brasil. Em 1858, obteve o bacharelado em Letras no Colégio Pedro II e, no ano seguinte, integrou a Escola Militar (atual Academia Militar das Agulhas Negras), onde se formou em Ciências Físicas e Matemáticas.
Durante a guerra do Paraguai com o Brasil, que começara em 1865, Alfredo Taunay participou, na expedição do Mato Grosso, como ajudante da Comissão de Engenheiros, sendo depois promovido a 1.º Tenente. O jovem ficou também encarregado de redigir o Diário do Exército, documento oficial das ações militares brasileiras. Terminada a guerra, em 1870, e promovido a capitão, Taunay regressou ao Rio de Janeiro, onde concluiu o seu curso de Engenharia Militar que tinha começado em 1862. Foi na Escola Militar que iniciou a sua carreira de docente, ensinando a disciplina de Geologia e Mineralogia.
Em 1872 dedicou-se também à política, tornando-se deputado do Partido Conservador por Goiás e, em 1876, foi eleito Presidente da província de Santa Catarina. Defendeu o casamento civil, a libertação progressiva dos escravos, os imigrantes e a naturalização dos estrangeiros. Em 1881 foi de novo eleito deputado, em 1885 demitiu-se do exército para assumir a presidência da província do Paraná e em 1886 foi senador. Dois anos depois, com a Proclamação da República, Taunay abandonou a política, pois era defensor da Monarquia.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico, membro fundador da Academia Brasileira de Letras e, em 1889, recebeu o título de Visconde.
Quanto à sua obra literária, que apresenta características românticas, Alfredo Taunay publicou A Mocidade de Trajano (1971), La Retraite de Laguna (1871) - onde descreve as suas impressões da guerra do Paraguai, Inocência (1872), Ouro sobre Azul (1875), Amélia Smith (1886), O Encilhamento (1894), entre outros. De referir que Taunay utilizou vários pseudónimos: Anapurus, André Vidal, Carmotaigne, Eugênio de Melo, Flávio Elísio, Heitor Malheiros, Sílvio Dinarte, Múcio Escoevola e Sebastião Corte Real.
A 25 de janeiro de 1889, Alfredo Taunay, pai do historiador Afonso Taunay, faleceu no Rio de Janeiro.
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Como referenciar
Alfredo Taunay na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$alfredo-taunay [visualizado em 2026-06-04 07:24:00].
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Alfredo Taunay na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$alfredo-taunay [visualizado em 2026-06-04 07:24:00].