amor
Presente na simbologia do amor - ora representado por Cupido, filho dos deuses romanos Marte e Vénus, ora por Eros, filho dos deuses gregos Afrodite e Hermes - está a união dos contrários, o yin e yang dos orientais. O amor é o retorno à unidade inicial e absoluta, ao equilíbrio, à capacidade de completar. O amor conseguido e atingido une e eleva, enriquece a união dos indivíduos. O amor defraudado e pervertido destrói e escraviza pelo egoísmo.
A imagem do jovem Cupido, que lança setas com o objetivo de despertar os amorosos para um amor irremediável, está presente em quase todas as culturas. Essa criança, também chamada de Querubim, é, por vezes, representada segurando o Mundo na mão como se fosse o responsável pela continuação da espécie, de que teria o poder absoluto.
Os cupidos renascentistas, cujo nome significa "prazer", luxúria", "desejo" e também "amor", eram a representação latina do deus grego Eros. O conflito entre a Alma e o Amor foi celebrado na mitologia por Psique e Eros. Psique, a jovem de beleza perfeita que não encontra noivo, é sacrificada ao "monstro" mas acaba por viver feliz na sua companhia. Sem saber da identidade do seu noivo - condição, aliás, imposta, em troco da felicidade eterna -, que a visita na penumbra da noite, Psique descobre que no momento em que o conhecer perderá a sua felicidade. Um dia Psique não aguenta a curiosidade e, influenciada pelas suas irmãs, acende uma vela sobre o belo rosto de Eros adormecido. Um pingo de cera acorda o Amor, que foge deixando Psique infeliz e à mercê do despotismo de Afrodite, mãe de Eros. No final feliz, Eros voltará, com a permissão de Zeus, para desposar Psique. A simbologia é óbvia: Psique - a alma - está tentada a conhecer o amor - Eros - e isso acontece na penumbra, no abandono ao desconhecido que é o plano da felicidade.
A razão simbolizada pela família obriga Psique a querer racionalizar o amor mas, quando o quer ver na realidade, este foge-lhe, só voltando a concretizar-se quando é abençoado por Zeus, ou seja, quando deixa de ser só físico e se torna espiritual.
Os cupidos renascentistas, cujo nome significa "prazer", luxúria", "desejo" e também "amor", eram a representação latina do deus grego Eros. O conflito entre a Alma e o Amor foi celebrado na mitologia por Psique e Eros. Psique, a jovem de beleza perfeita que não encontra noivo, é sacrificada ao "monstro" mas acaba por viver feliz na sua companhia. Sem saber da identidade do seu noivo - condição, aliás, imposta, em troco da felicidade eterna -, que a visita na penumbra da noite, Psique descobre que no momento em que o conhecer perderá a sua felicidade. Um dia Psique não aguenta a curiosidade e, influenciada pelas suas irmãs, acende uma vela sobre o belo rosto de Eros adormecido. Um pingo de cera acorda o Amor, que foge deixando Psique infeliz e à mercê do despotismo de Afrodite, mãe de Eros. No final feliz, Eros voltará, com a permissão de Zeus, para desposar Psique. A simbologia é óbvia: Psique - a alma - está tentada a conhecer o amor - Eros - e isso acontece na penumbra, no abandono ao desconhecido que é o plano da felicidade.
A razão simbolizada pela família obriga Psique a querer racionalizar o amor mas, quando o quer ver na realidade, este foge-lhe, só voltando a concretizar-se quando é abençoado por Zeus, ou seja, quando deixa de ser só físico e se torna espiritual.
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Como referenciar
amor na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$amor [visualizado em 2026-07-14 00:34:54].
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