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Aniki-Bobó
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Realizada por Manoel de Oliveira e produzida por António Lopes Ribeiro, a longa-metragem Aniki-Bobó estreou a 18 de dezembro de 1942, em Lisboa.
O filme inspirava-se no conto Meninos Milionários de Rodrigues de Freitas e foi quase totalmente rodado em exteriores, nas zonas ribeirinhas do Porto e de Gaia. Porém, a ação não decorre nessa cidade mas numa cidade fictícia. Dois rapazes, Carlitos (Horácio Silva) e Eduardinho (António Santos), mantêm uma rivalidade devido à afeição que nutrem pela mesma rapariga, Teresinha (Fernanda Matos). Para conquistar as suas boas graças, Carlitos decide roubar uma boneca, aproveitando a distração do lojista (Nascimento Fernandes). Quando o grupo de amigos assiste à passagem dum comboio, Eduardinho escorrega, rolando pelo morro, caindo a poucos metros da linha férrea, gravemente ferido. Todos pensam que fora Carlitos a empurrá-lo e tratam-no com desprezo, mas o lojista que tinha sido testemunha do acidente repõe a verdade.
Quando o filme estreou no Cinema Éden, foi mal recebido pelo público que o vaiou. O valor e a importância da obra só foram unanimemente reconhecidos muito após a sua estreia, encarregando-se o tempo de tornar Aniki-Bobó numa obra-prima do cinema português, apesar de muitos dos protagonistas serem atores amadores.
A fotografia ficou a cargo de António Mendes.

Cartaz de "Aniki-Bobó", um filme realizado por Manoel de Oliveira, em 1932, e produzido por António Lopes Ribeiro
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Como referenciar
Porto Editora – Aniki-Bobó na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-05-23 09:39:53]. Disponível em

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