Aparições
Coletânea de poesias de Guilherme de Azevedo, publicada em 1867, que reúne em volume as primeiras produções líricas do autor, dispersas pela imprensa periódica, marcadas pelo lirismo amoroso, ingénuo, de influência ultrarromântica e lamartiniana, de onde ressaltam, como temas dominantes, a idealização da figura feminina (vejam-se composições como "À musa", "És a mesma", "A ti", "A visão") e a experiência desencantada do amor e da vida (veja-se a poesia "Sonhos passageiros").
Em algumas composições, no entanto, insinua-se já a temática social e progressista, patente em "Ideal" ou sobretudo em "Ao século", onde o poeta invetiva a humanidade a caminhar avante em direção ao futuro. Na sua carta posfacial, Ernesto Marrecos aplaude o autor por compreender "que ao poeta incumbe, a mais de ser crente, verdadeiro e original, a preconização dos grandes princípios".
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Guilherme de AzevedoJornalista e poeta português, ligado à Geração de 70, nasceu a 30 de novembro de 1839, em Santarém, ...
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Cooperativa ÁrvoreA Árvore - Cooperativa de Atividades Artísticas é uma escola de artes portuguesa fundada em 1963 no
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As EvidênciasVolume de poesia de Jorge de Sena, publicado em 1955, saudado, no momento da sua aparição, por David
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As Duas Flores de SangueRomance histórico de Pinheiro Chagas, publicado em 1875, cuja ação se desenrola em finais do século
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As Modernas Ideias na Literatura PortuguesaObra em dois volumes de Teófilo Braga, anunciada com um estudo de Teixeira Bastos acerca de Teófilo
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ArvoredosVolume de contos rústicos de Teixeira de Queirós, publicado em 1895 fora da série Comédia do Campo,
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O Culto da Arte em PortugalLivro de Ramalho Ortigão onde este denuncia a "desorganização geral de toda a política da arte em Po
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As Praias de PortugalObra de Ramalho Ortigão, publicada em 1876, subintitulada Guia do Banhista e do Viajante e ilustrada
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De Noite as Árvores São NegrasA publicação em 1968 de De Noite as Árvores São Negras, de Maria Isabel Barreno, inaugura, na litera
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As Escarpas do MedoNo prefácio à 3.a edição ("A Palavra e a Imagem"), Luís Cajão explica o que existe nesta narrativa d