Aparições
Coletânea de poesias de Guilherme de Azevedo, publicada em 1867, que reúne em volume as primeiras produções líricas do autor, dispersas pela imprensa periódica, marcadas pelo lirismo amoroso, ingénuo, de influência ultrarromântica e lamartiniana, de onde ressaltam, como temas dominantes, a idealização da figura feminina (vejam-se composições como "À musa", "És a mesma", "A ti", "A visão") e a experiência desencantada do amor e da vida (veja-se a poesia "Sonhos passageiros").
Em algumas composições, no entanto, insinua-se já a temática social e progressista, patente em "Ideal" ou sobretudo em "Ao século", onde o poeta invetiva a humanidade a caminhar avante em direção ao futuro. Na sua carta posfacial, Ernesto Marrecos aplaude o autor por compreender "que ao poeta incumbe, a mais de ser crente, verdadeiro e original, a preconização dos grandes princípios".
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Guilherme de AzevedoJornalista e poeta português, ligado à Geração de 70, nasceu a 30 de novembro de 1839, em Santarém, ...
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Chocolate à ChuvaRomance de Alice Vieira, publicado em 1982, é uma obra da literatura infanto-juvenil. Corresponde ao
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A Folha de Parra (elementos para um romance)Um amigo do romancista ter-lhe-ia fornecido os elementos ("palavras, nomes, por vezes pequenas obser
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A Comédia de LisboaConjunto de folhetins originalmente publicados por Gervásio Lobato, no Diário da Manhã, reunidos de
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A Nossa GenteColetânea de contos de Teixeira de Queirós, publicada em 1899, inserta na rubrica Comédia do Campo,
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Pátria e Deus e A Morte do Mau LadrãoPoema panfletário de Gomes Leal dirigido contra o líder republicano Afonso Costa e que, portanto, as
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Instrumentos para a MelancoliaPublicado pelas edições O Oiro do Dia, na coleção «Obscuro Domínio», reúne três conjuntos poéticos:
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A Correspondência de Fradique MendesObra póstuma de Eça de Queirós, apresentada como a recolha da correspondência desse "homem distinto,
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A Queda dum AnjoNarrativa de Camilo Castelo Branco publicada em 1865. Camilo é um escritor de quedas, ruínas e conta
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À Porta de NárniaObra de Isabel Cristina Pires publicada em 1995. Como explica a autora, «Nárnia» é um reino mágico i