auto de enredo
Forma mais desenvolvida da farsa vicentina, com princípio, meio e fim.
Autos em que a história corre em diálogos e ações que se sucedem sem transição, assemelhando-se a contos dialogados no palco, sem qualquer tipo de preocupação de unidade de tempo e sem qualquer divisão de atos a marcar a descontinuidade dos tempos.
Exemplos:
- Farsa de Inês Pereira;
- Amadis de Gaula.
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auto de enredo na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$auto-de-enredo [visualizado em 2026-06-05 13:47:42].
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