Auto dos Físicos
Personagens: Clérigo, Moço do Clérigo, Brásia Dias, Mestre Filipe, Mestre Fernando, Mestre Anrique, Torres (físico), Padre Confessor e Cantores.
Argumento: A peça dramatiza os amores de um Clérigo. Após ter sido rejeitado por uma jovem, o Clérigo resolve consultar quatro físicos (médicos). O papel do físico é ridicularizado por Gil Vicente, que vai ainda mais longe ao atribuir a estas personagens os nomes dos físicos mais conhecidos da época.
O primeiro físico receita ao Clérigo uma dieta calmante: o cozimento de rosmaninho, um purgante de humores e purificador dos nervos. O segundo fornece várias explicações para a doença mas faz um diagnóstico inconclusivo, enquanto que o terceiro prescreve uma dieta de passas. Apenas o quarto físico (Torres) aponta para uma doença de amor. O Clérigo, confuso, ouve finalmente os conselhos pouco cristãos de um frade.
-
FilipeAntipapa de Estêvão III (IV), foi eleito à revelia da eleição deste, corria o ano de 768. De origem ...
-
O Que Diz MoleroObra de Dinis Machado, a narrativa desenvolve-se a partir do diálogo entre duas personagens, Mister
-
Dona Filipa de VilhenaComédia histórica em três atos, representada pela primeira vez em maio de 1840, no Teatro do Salitre
-
Farsa de Inês PereiraFarsa de Gil Vicente que foi representada pela primeira vez em 1523. As farsas, diametralmente opost
-
O Dia SeguinteDe Luiz Francisco Rebello, publicada, em 1954, no volume coletivo Encontro, a peça O Dia Seguinte fo
-
Os Dois IrmãosDrama de atualidade de Rodrigo Paganino, representado pela primeira vez em 20-11-1856 no Teatro de D
-
Dois Dramas. Os Lázaros. EvaVolume que reúne os dramas em cinco atos Os Lázaros (representado pela primeira vez no Teatro do Gin
-
O Homem de OuroDrama de atualidade, de Mendes Leal, apresentado como sequência cronológica e moral do seu predecess
-
Triunfo do inverno (e do verão)Representada ao rei D. João III, em Lisboa, aquando do nascimento da Infanta Isabel. Personagens: Na
-
Os Dois RenegadosPrimeiro drama histórico do Romantismo português, da autoria de Mendes Leal, premiado pelo Conservat