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Castelo de Fontainebleau
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Situa-se a sudeste de Paris, em Seine-sur-Marne. Deve-se a Francisco I a transformação do pavilhão da casa medieval, irregular e com várias salas, numa residência renascentista, no século XVI. O desejo do rei de transformar Fontainebleau numa "nova Roma" decorria da sua descoberta da arte renascentista. Os edifícios muitos simples, cuja planta fora elaborada por Gilles Le Breton, serviram de inspiração a uma decoração interior de altíssima qualidade. Assim, chamou a França artistas italianos como Primaticcio, que elaborou a planta da Galeria Francisco I, e Giovani Battista di Jacopo, conhecido como Rosso Fiorentino, que de 1533 a 1540 decorou a galeria com frescos onde se misturam cenas mitológicas com os feitos do soberano. O seu filho Henrique II continuou a obra com a construção do salão de baile. Com a morte de Primaticcio, a decoração seguiu uma via flamenga.

A última época de esplendor do palácio ocorreu com o governo de Napoleão que o reconstruiu a partir de 1801, depois dos danos sofridos durante a revolução. Fez abrir um pátio em direção à cidade, cuja entrada é feita por uma escada em forma de ferradura. Na época dos monarcas a entrada para o palácio fazia-se pelo lado sul, através do pátio da fonte. O imperador, querendo marcar a sua distância relativamente ao absolutismo, fez com que o edifício desse uma volta de 90o para oeste. Para além desta obra, transformou o antigo dormitório na sala do trono.
Faz parte do conjunto classificado Património Mundial pela UNESCO em 1981 e denominado Palácio e Parque de Fontainebleau.

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Como referenciar
Castelo de Fontainebleau na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$castelo-de-fontainebleau [visualizado em 2026-06-23 16:41:49].

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