combinações
As combinações de n elementos tomados p a p são dadas pelo número de subconjuntos com p elementos que podemos constituir a partir de um conjunto com n elementos, e em que os novos subconjuntos diferem entre si apenas pela natureza dos elementos que as constituem, não podendo estes ser repetidos nenhuma vez. Por outras palavras, as combinações de n elementos tomados p a p representam o número de subconjuntos com p elementos que se podem formar a partir dos n elementos de um conjunto dado. Tendo em conta que os elementos escolhidos não se podem repetir, poderemos formar subconjuntos constituídos por p elementos, desde que os p elementos escolhidos não ultrapassem os n elementos existentes no conjunto inicial.
Deste modo, se, por exemplo, tivermos um conjunto com 5 elementos, podemos formar combinações de 5 elementos tomados 4 a 4, ou mesmo 5 a 5, mas não mais, pois não podemos escolher mais elementos do que aqueles que existem, sem repetirmos nenhum elemento.
Nota: também existem combinações com repetição dos elementos escolhidos mas não fazem parte dos programas curriculares do Ensino Secundário. Por tal razão, é usual empregar a designação apenas de "combinações" para as combinações sem repetição de elementos.
Simbolicamente, o número total de combinações que é possível formar com p elementos, escolhidos de entre os n elementos dados, é dado por .
Também é usual representar as combinações de n elementos tomados p a p por .
Vejamos como se efetua o cálculo de nCp, através de um exemplo:
De quantas maneiras diferentes é possível escolher um grupo de 3 alunos de uma turma constituída por 20 alunos?
Para determinarmos quantas escolhas diferentes de 3 alunos podemos encontrar, usemos o conceito de arranjos sem repetição. Temos então arranjos simples de 20 alunos escolhidos em grupos de 3, que é representado por 20A3. Mas, neste valor estão incluídas as permutações dos 3 alunos escolhidos por cada um dos diferentes pares de escolhas. Assim, há que dividir os arranjos simples de 20 alunos escolhidos em grupos de 3 pelo número de permutações desses 3 alunos escolhidos, obtendo então apenas o número de diferentes subconjuntos de 3 alunos, a partir da turma de 20 alunos, ou seja, simbolicamente,
Generalizando, temos
E, simplificando, temos
Esta expressão permite-nos calcular rapidamente as combinações que é possível formar com p elementos, escolhidos de entre os n elementos dados.
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divisorSendo a, b e c três números inteiros e a x b = c, então diz-se que a e b são divisores de c. Por out
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distribuição de frequências relativasDada uma experiência aleatória à qual associamos uma determinada variável aleatória, é possível esta
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função derivadaDada uma função real de variável real , em que o seu domínio é e seja E o conjunto dos números reais
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leis de MorganDa autoria do ilustre matemático inglês Augustus De Morgan (1806-1871), podemos separá-las em Primei
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monotonia de uma funçãoUma função real de variável , de domínio , é monótona num intervalo , em que ⊂ , se for crescente (e
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derivada lateralDada uma função real de variável real , em que o seu domínio é , e a um valor pertencente a . Caso s
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extremos de uma funçãoOs valores máximos relativos, mínimos relativos, máximo absoluto e mínimo absoluto constituem (quand
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deslocamento escalarEm física, o deslocamento escalar consiste numa grandeza escalar (fica definido por um número e a re
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vetores diretores e vetores normaisDiz-se que um determinado vetor não nulo é um vetor diretor de uma dada reta se tiver a mesma direçã
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linha do horizonte (geometria)No desenho em perspetiva linear é fundamental a relação existente entre o sujeito (observador), o ob