Crónica do Condestabre
Crónica composta por autor anónimo após a morte do Condestável de D. João I, Nuno Álvares Pereira, em 1431.
A versão mais antiga atualmente conservada é a de uma impressão realizada em Lisboa, em 1526. Este registo biográfico ocupa um lugar excecional na historiografia portuguesa, enquanto composição de uma das primeiras crónicas particulares senhoriais, oferecendo uma imagem do Condestável como modelo edificante de herói cavaleiresco.
A narração, quase testemunhal, dá voz às ações e à trama histórica, reduzindo ao mínimo o comentário do alcance político da narração e a evocação de elementos da vida privada do biografado, concentrando-se no panegírico de um herói que se distinguiu pela atividade militar.
Esta crónica servirá de fonte principal a Fernão Lopes para a redação da Crónica de D. Fernando e da Crónica de D. João I.
-
Fernão LopesSão escassos os dados biográficos conhecidos sobre Fernão Lopes. Os testemunhos documentais de que d...
-
LisboaAspetos geográficos Cidade, capital de Portugal, sede de distrito e de concelho. Localiza-se na Regi...
-
Uma primavera de MulherPoema narrativo em quatro cantos, de Maria Amália Vaz de Carvalho, prefaciado por Tomás Ribeiro e ac
-
Manoel de Oliveira PaivaEscritor brasileiro, Manoel de Oliveira Paiva, nascido a 12 de julho de 1861, em Fortaleza, no Ceará
-
Garcia de Orta e o seu TempoBiografia do naturalista de quinhentos Garcia de Orta, inicialmente concebida como introdução à ediç
-
José Mauro de VasconcelosEscritor brasileiro, descendente de portugueses, nasceu em 1920, no Rio de Janeiro, e morreu em 1984
-
Defesa perante o tribunal do Santo OfícioA figura do Rei Desejado, desaparecida misteriosamente nos areais de Alcácer Quibir, foi chorada dur
-
Floresta de vários RomancesVolume destinado a completar o Cancioneiro e Romanceiro Geral Português, onde Teófilo se propõe reco
-
Desengano de PerdidosA obra de espiritualidade Desengano de Perdidos, publicada em Goa pelo bispo missionário Frei Gaspar
-
O Retrato de RubensObra de Amadeu Lopes Sabino, publicada em 1985. Fruto do deleite egoísta conferido por "remar contra