divisão internacional do trabalho
Conceito que exprime a dispersão das várias atividades económicas por diferentes países. Consiste em cada país abdicar da pretensão de ter todas as atividades económicas e produzir todos os produtos possíveis, adotando antes uma atitude de especialização em apenas alguns setores de atividade económica, segundo o princípio de que cada país deverá fazer aquilo que sabe fazer melhor.
A divisão internacional do trabalho tem subjacente a ideia de que nenhum país consegue ser competitivo em todos os setores. É devido a este facto que, por exemplo, Portugal se especializou na produção têxtil, o Japão na eletrónica e o Brasil no café.
No fundo, o objetivo é o mesmo do da divisão de tarefas numa fábrica: o de proporcionar um elevado grau de especialização a quem as efetua, em ordem à prossecução de objetivos de competitividade.
Esta divisão não é, naturalmente, arbitrária. Cada país especializa-se nas atividades para as quais se encontra mais vocacionado. Tal depende de fatores tão diversificados como os recursos (naturais, humanos, financeiros, tecnológicos) do país, da sua cultura, etc. Na análise do economista norte-americano Michael E. Porter, são considerados quatro fatores básicos para esta especialização: estratégia, estrutura e rivalidade; condições dos fatores de produção; setores relacionados e de suporte; condições da procura. O sucesso económico de cada país está no eficaz aproveitamento das vantagens que possui em certos setores, a que Porter chama clusters.
Importa referir que a divisão internacional do trabalho é também um processo histórico, na medida em que é uma forma que se impôs nas últimas décadas de encarar o problema do rumo estratégico que a economia de um país deve seguir. Esta conceção contrasta fortemente com aquelas tidas anteriormente, que preconizavam uma estratégia de produção interna da (quase) totalidade dos bens, em ordem a objetivos de autonomia económica.
A divisão internacional do trabalho tem subjacente a ideia de que nenhum país consegue ser competitivo em todos os setores. É devido a este facto que, por exemplo, Portugal se especializou na produção têxtil, o Japão na eletrónica e o Brasil no café.
No fundo, o objetivo é o mesmo do da divisão de tarefas numa fábrica: o de proporcionar um elevado grau de especialização a quem as efetua, em ordem à prossecução de objetivos de competitividade.
Esta divisão não é, naturalmente, arbitrária. Cada país especializa-se nas atividades para as quais se encontra mais vocacionado. Tal depende de fatores tão diversificados como os recursos (naturais, humanos, financeiros, tecnológicos) do país, da sua cultura, etc. Na análise do economista norte-americano Michael E. Porter, são considerados quatro fatores básicos para esta especialização: estratégia, estrutura e rivalidade; condições dos fatores de produção; setores relacionados e de suporte; condições da procura. O sucesso económico de cada país está no eficaz aproveitamento das vantagens que possui em certos setores, a que Porter chama clusters.
Importa referir que a divisão internacional do trabalho é também um processo histórico, na medida em que é uma forma que se impôs nas últimas décadas de encarar o problema do rumo estratégico que a economia de um país deve seguir. Esta conceção contrasta fortemente com aquelas tidas anteriormente, que preconizavam uma estratégia de produção interna da (quase) totalidade dos bens, em ordem a objetivos de autonomia económica.
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Como referenciar
divisão internacional do trabalho na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$divisao-internacional-do-trabalho [visualizado em 2026-06-08 22:34:38].
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divisão internacional do trabalho na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$divisao-internacional-do-trabalho [visualizado em 2026-06-08 22:34:38].