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dogma (religião)
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Termo empregue a partir do século IV no Ocidente, provém da língua grega e significa originalmente opinião ou o que parece bom/justo. O sentido foi evoluindo gradualmente, passando também a designar uma doutrina filosófica, decreto ou sentença. Este termo possui interpretações diversas no cristianismo ortodoxo, protestante e católico. Assim, os primeiros consideram o dogma um instrumento fundamental para opor resistência à heresia, tornando intocáveis determinadas verdades que baseiam a fé. Os cristãos católicos, por sua vez, possuem uma noção mais maleável, considerando o dogma uma verdade revelada que, contudo, pode progredir se tal se justificar. Para atestar este facto pode mencionar-se que o da Assunção foi somente declarado em 1950, enquanto que o da Imaculada Conceição ou da conceção do Menino Jesus sem pecado o foi apenas em 1854.
Os dogmas são emitidos pelo papa ou por um concílio e o não cumprimento dos mesmos conduz à heresia e às penas de excomunhão, suspensão e interdição do exercício de funções dos membros do clero, depois de efetuada uma censura doutrinal teológica. O protestantismo apenas aceita a legitimidade dos primeiros cinco concílios gerais e não condena para a eternidade aquele que não cumprir os preceitos dogmáticos.

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Como referenciar
dogma (religião) na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$dogma-(religiao) [visualizado em 2026-06-13 00:19:10].

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