Domingos Olímpio
Jornalista, advogado e romancista brasileiro, Domingos Olímpio Braga Cavalcanti nasceu a 18 de setembro de 1850, em Sobral, no Ceará, Brasil, e faleceu a 6 de outubro de 1906, no Rio de Janeiro.
É considerado o precursor do moderno romance brasileiro.
Depois de ter obtido o bacharelato em Direito na Faculdade de Direito do Recife, Domingos Olímpio tornou-se jornalista e trabalhou em jornais e revistas como O Comércio, Os Anais, Jornal do Comércio, Correio do Povo, Cidade do Rio, Gazeta de Notícias e O País.
Produziu inúmeros trabalhos literários, entre romances e peças teatrais, mas a maior parte deles só foi publicado após a sua morte.
A sua obra Luzia-Homem, editada em 1903, é considerada um clássico da literatura nordestina.
Na revista Os Anais, que fundou e da qual foi diretor, publicou o romance O Almirante e também Urapuru, que, contudo, deixou incompleto ao morrer em 1906.
-
DomingosFutebolista internacional português, Domingos José Paciência de Oliveira nasceu a 2 de janeiro de 19...
-
DireitoA palavra direito deriva etimologicamente de ius rectum, que significa "aquilo que é justo", o Direi...
-
BragaAspetos geográficos Cidade do Minho, capital de distrito e sede de concelho. Localiza-se na Região N...
-
A Vaga de CalorRomance de Urbano Tavares Rodrigues publicado em 1986 e distinguido com o Prémio da Crítica do Centr
-
A Baía dos TigresA Baía dos Tigres, primeiro romance de Pedro Rosa Mendes, introduziu o jornalista no panorama literá
-
A Ermida de CastrominoRomance de atualidade, da autoria de Teixeira de Vasconcelos e publicado em 1875, cuja temática abor
-
A Nau CatrinetaA Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Or
-
A Voz do ProfetaObra poética em molde de manifesto, influenciada pelas Paroles d'un Croyant de Lamennais, publicada
-
A Delfina do MalPoema narrativo, heterométrico, publicado em 1868, onde Tomás Ribeiro procura concretizar a "ação pr
-
E se Tivesse a Bondade de me Dizer Porquê?Volume que colige a narrativa folhetinesca escrita a quatro mãos, por Clara Pinto Correia e Mário de