Emanuel Félix
Poeta português, Emanuel Félix Borges da Silva nasceu a 24 de outubro de 1936, em Angra do Heroísmo, nos Açores, tendo falecido a 14 de fevereiro de 2004, na mesma cidade.
Em 1952, com apenas 15 anos, lançou a sua estreia em livro, O Vendedor de Bichos, tendo sido o início de uma profícua produção literária, que só terminou em 2003 com a coletânea 121 Poemas Escolhidos. Ao longo da sua carreira dedicou-se essencialmente à poesia, tendo sido considerado o responsável pela introdução do concretismo poético em Portugal. No entanto, acabou por optar pelo surrealismo. Escreveu também ficção, livros sobre arte e centenas de artigos, comunicações e conferências, que foram publicados em diversas revistas.
Em 1958, juntamente com Rogério Silva, fundou e passou a dirigir a revista Gávea, onde fez crítica literária e de artes plásticas, ao mesmo tempo que estudava ainda nos Açores. No entanto, depois saiu de Portugal e prosseguiu os estudos no Instituto Francês de Restauro de Obras de Arte em Paris, na Escola Superior de Belas Artes Anderlecht e na Universidade Católica da Lovaina, na Bélgica. Nesta última universidade, especializou-se no Laboratório de Estudo de Obras de Artes por Métodos Científicos do Instituto Superior de Arqueologia e História da Arte. Emanuel Félix completou a sua formação com visitas de estudo e estágios em institutos superiores e serviços científicos de museus de Paris, Bruxelas, Liège (Bélgica), Amesterdão (Holanda), Londres (Inglaterra), Roma e Florença (Itália), entre outros.
Completada a formação criou o Centro de Estudo, Conservação e Restauro de Obras de Arte dos Açores, onde deu cursos de formação para técnicos de restauro de pintura de cavalete. Foi também professor do ensino primário, secundário e universitário, nomeadamente na Escola Superior de Tecnologia de Tomar, em Portugal Continental.
Emanuel Félix integrou ainda o grupo de peritos de um projeto do Conselho da Europa destinado a estudar as dinâmicas culturais no desenvolvimento de diversas regiões europeias. Participou ainda em conferências em associações e universidades norte-americanas.
Quando morreu, em fevereiro de 2004, vítima de uma crise de diabetes, deixou por concluir alguns ensaios sobre a arte do restauro e a história da Arte.
Em 1952, com apenas 15 anos, lançou a sua estreia em livro, O Vendedor de Bichos, tendo sido o início de uma profícua produção literária, que só terminou em 2003 com a coletânea 121 Poemas Escolhidos. Ao longo da sua carreira dedicou-se essencialmente à poesia, tendo sido considerado o responsável pela introdução do concretismo poético em Portugal. No entanto, acabou por optar pelo surrealismo. Escreveu também ficção, livros sobre arte e centenas de artigos, comunicações e conferências, que foram publicados em diversas revistas.
Em 1958, juntamente com Rogério Silva, fundou e passou a dirigir a revista Gávea, onde fez crítica literária e de artes plásticas, ao mesmo tempo que estudava ainda nos Açores. No entanto, depois saiu de Portugal e prosseguiu os estudos no Instituto Francês de Restauro de Obras de Arte em Paris, na Escola Superior de Belas Artes Anderlecht e na Universidade Católica da Lovaina, na Bélgica. Nesta última universidade, especializou-se no Laboratório de Estudo de Obras de Artes por Métodos Científicos do Instituto Superior de Arqueologia e História da Arte. Emanuel Félix completou a sua formação com visitas de estudo e estágios em institutos superiores e serviços científicos de museus de Paris, Bruxelas, Liège (Bélgica), Amesterdão (Holanda), Londres (Inglaterra), Roma e Florença (Itália), entre outros.
Completada a formação criou o Centro de Estudo, Conservação e Restauro de Obras de Arte dos Açores, onde deu cursos de formação para técnicos de restauro de pintura de cavalete. Foi também professor do ensino primário, secundário e universitário, nomeadamente na Escola Superior de Tecnologia de Tomar, em Portugal Continental.
Emanuel Félix integrou ainda o grupo de peritos de um projeto do Conselho da Europa destinado a estudar as dinâmicas culturais no desenvolvimento de diversas regiões europeias. Participou ainda em conferências em associações e universidades norte-americanas.
Quando morreu, em fevereiro de 2004, vítima de uma crise de diabetes, deixou por concluir alguns ensaios sobre a arte do restauro e a história da Arte.
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Como referenciar
Emanuel Félix na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$emanuel-felix [visualizado em 2026-06-09 00:30:21].
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