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Epitalâmio
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Cântico nupcial, de natureza religiosa, destinado a reivindicar para os noivos a bênção dos deuses. Também chamado himeneu, em evocação a Himeneu, deus grego do casamento.
Na Grécia antiga, era cantado por coros de moços e moças, ao som de flautas e liras, durante o cortejo e na casa dos noivos, depois que estes se recolhiam à câmara nupcial. Referido por Homero, na Ilíada, e também por Hesíodo, o epitalâmio foi cultivado também na antiguidade romana. Em Portugal, foi cultivado por Sá de Miranda e por alguns autores da época clássica. Habitualmente celebram casamentos de nobres.
Exemplos:
- Epitalâmio ao casamento da senhora D. Maria com o Senhor Alexandre Farnese, de António Ferreira;
- Epitalâmio às bodas da Senhora Condessa de Sampaio, de Reis Quita.
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Como referenciar
Porto Editora – Epitalâmio na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-02-24 22:45:02]. Disponível em

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