EPS (Earnings per Share)
A análise económico-financeira das empresas é uma tarefa de elevada importância que pode ser desempenhada por várias entidades, designadamente pelos analistas e gestores financeiros. Essa análise deve incidir sobre um conjunto de variáveis e pode ser efetuada com base em várias técnicas, muitas vezes complementares.
Um dos métodos de análise financeira mais utilizado é o chamado método dos rácios, que parte de indicadores de vária ordem para avaliar uma determinada empresa a todos os níveis relevantes. Esses níveis são genericamente três: estrutura financeira, ou seja, a avaliação dos aspetos estruturais da situação financeira, designadamente no que respeita à forma de financiamento dos ativos por capitais próprios ou alheios; liquidez e solvabilidade, ou seja, a avaliação da performance de uma empresa no que respeita à sua capacidade de fazer face aos seus compromissos à medida que se forem verificando; rendibilidade, ou seja, a avaliação da eficiência e eficácia da empresa em termos de capacidade de geração de resultados.
A avaliação da rendibilidade das empresas é extremamente importante, designadamente quando está em causa a remuneração de investimentos nelas efetuados. De facto, quando um investidor aposta na aquisição de capital de uma empresa (por exemplo, no caso de empresas cotadas, através da compra de ações), tem como objetivo ver o seu investimento devidamente remunerado, designadamente em termos de geração de resultados por parte dessa empresa, quer sejam ou não diretamente distribuídos. Neste contexto, um dos indicadores muito utilizado tanto no âmbito de um eventual investimento como de acompanhamento de uma empresa na qual se tenha investido é o indicador de rendibilidade dos capitais próprios, que genericamente se calcula através do rácio entre os resultados líquidos referentes a um determinado período e o valor dos capitais próprios num determinado momento.
Quando se trata de empresas cotadas é habitual usar como indicador da rendibilidade dos capitais próprios o indicador EPS (Earnings per Share) ou Resultado por Ação ou Lucros por Ação. O EPS é calculado através do rácio entre os resultados líquidos (eventualmente deduzidos do valor dos dividendos distribuídos) de um determinado período e o número de ações ordinárias da empresa em causa. Calculado desta forma, o EPS dá uma indicação do montante que cada investidor ganha por ação.
Deve no entanto ter-se em conta que a complexidade do cálculo do EPS varia positivamente com a complexidade da sua estrutura de capital, designadamente no que concerne à eventual existência de obrigações convertíveis, opções, swaps, etc.
No âmbito da avaliação da gestão e performance de uma empresa, o EPS deve ser conjugado com outros indicadores, nomeadamente no que respeita à avaliação da eficiência operacional, financeira, risco, etc.
A utilização do EPS também poderá ser feita em termos evolutivos, ou seja, através da comparação do seu valor em vários períodos.
Um dos métodos de análise financeira mais utilizado é o chamado método dos rácios, que parte de indicadores de vária ordem para avaliar uma determinada empresa a todos os níveis relevantes. Esses níveis são genericamente três: estrutura financeira, ou seja, a avaliação dos aspetos estruturais da situação financeira, designadamente no que respeita à forma de financiamento dos ativos por capitais próprios ou alheios; liquidez e solvabilidade, ou seja, a avaliação da performance de uma empresa no que respeita à sua capacidade de fazer face aos seus compromissos à medida que se forem verificando; rendibilidade, ou seja, a avaliação da eficiência e eficácia da empresa em termos de capacidade de geração de resultados.
A avaliação da rendibilidade das empresas é extremamente importante, designadamente quando está em causa a remuneração de investimentos nelas efetuados. De facto, quando um investidor aposta na aquisição de capital de uma empresa (por exemplo, no caso de empresas cotadas, através da compra de ações), tem como objetivo ver o seu investimento devidamente remunerado, designadamente em termos de geração de resultados por parte dessa empresa, quer sejam ou não diretamente distribuídos. Neste contexto, um dos indicadores muito utilizado tanto no âmbito de um eventual investimento como de acompanhamento de uma empresa na qual se tenha investido é o indicador de rendibilidade dos capitais próprios, que genericamente se calcula através do rácio entre os resultados líquidos referentes a um determinado período e o valor dos capitais próprios num determinado momento.
Quando se trata de empresas cotadas é habitual usar como indicador da rendibilidade dos capitais próprios o indicador EPS (Earnings per Share) ou Resultado por Ação ou Lucros por Ação. O EPS é calculado através do rácio entre os resultados líquidos (eventualmente deduzidos do valor dos dividendos distribuídos) de um determinado período e o número de ações ordinárias da empresa em causa. Calculado desta forma, o EPS dá uma indicação do montante que cada investidor ganha por ação.
Deve no entanto ter-se em conta que a complexidade do cálculo do EPS varia positivamente com a complexidade da sua estrutura de capital, designadamente no que concerne à eventual existência de obrigações convertíveis, opções, swaps, etc.
No âmbito da avaliação da gestão e performance de uma empresa, o EPS deve ser conjugado com outros indicadores, nomeadamente no que respeita à avaliação da eficiência operacional, financeira, risco, etc.
A utilização do EPS também poderá ser feita em termos evolutivos, ou seja, através da comparação do seu valor em vários períodos.
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Como referenciar
EPS (Earnings per Share) na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$eps-(earnings-per-share) [visualizado em 2026-06-26 10:45:33].
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