grau
Tradicionalmente integrado no domínio da flexão, o grau é, na realidade, um mecanismo linguístico que se serve de processos morfológicos (como a derivação sufixal - ex: <lindíssimo), e sintáticos (como o uso de advérbios e locuções conjuncionais - ex: <mais bonito do que>) para a expressão da comparação.
Em português, o grau afeta apenas adjetivos e advérbios e divide-se em três níveis de qualidade:
Grau normal ou positivo (ex. <claro>, <longe>)
Grau comparativo
< de superioridade (ex. <mais claro do que>, <mais longe do que>)
< de igualdade (ex. <tão claro como>, <tão longe como>)
< de inferioridade (ex. <menos claro do que>, <menos longe do que>)
Grau superlativo
< Relativo
- de superioridade (ex. <o mais claro>, <o mais longe>)
- de inferioridade (ex. <o menos claro>, <o menos longe>)
< Absoluto
- sintético (ex. <claríssimo>, <longíssimo>)
- analítico (ex. <muito claro>, <muito longe>)
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subliminar (teoria da comunicação)Característica do signo ou da mensagem que tem a forma de estímulo registado pela audiência sem ultr
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condicionalTradicionalmente apresentado como um modo, o condicional é muitas vezes entendido como um tempo (C.
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conjugação perifrásticaInstrumento linguístico que melhor exprime o aspeto verbal em português, a conjugação perifrástica é
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conceito predicávelChama-se "conceito predicável" ao texto bíblico que serve de tema e que irá ser desenvolvido de acor
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dado (teoria da comunicação)Todo o elemento significativo que pode ser transformado em informação. Representação convencional de
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retórica comunicativo-funcionalModo de comunicação do século XX, centrada na comunicação social, na empresa e restantes organizaçõe
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ConjugaçãoAto de conjugar; ligação. Gramaticalmente a conjugação de um verbo é composta por todas as suas form
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descodificação (teoria da comunicação)Elemento final do processo de comunicação. Operação que consiste na identificação e interpretação do
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semiótica da comunicaçãoParte da semiótica que estuda só a comunicação intencional e as relações sociais que enquadram um at
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