Incêndios
Embora os incêndios possam ter origem em fenómenos naturais, como os relâmpagos, o homem constitui-se, desde o paleolítico (altura em que pela primeira vez conseguiu produzir/ dominar o fogo), como a principal causa da ocorrência de incêndios.
Os fogos podem ter dois tipos de origem: acidental (devido a queimadas mal controladas, cigarros, restos de vidros nas matas, fagulhas de escapes e chaminés, etc.) ou provocada (para desbaste de áreas florestais, como forma de produzir campos agrícolas, ou com fins criminais).
As principais consequências dos incêndios florestais são, entre outras, a perda de diversidade biológica (sobretudo vegetal), a destruição de ecossistemas e habitats únicos e a substituição de comunidades com uma elevada complexidade e grau de evolução (as florestas) por outras mais simples, com menor número de espécies, como as savanas, ecologicamente menos evoluídas e com muito menor capacidade de suporte para as várias espécies de seres vivos. A degradação dos solos é também enormemente acelerada, devido ao aumento da erosão, em consequência da destruição do coberto vegetal.
Na maior parte das vezes as consequências negativas dos fogos florestais não terminam com o incêndio, já que a reflorestação é frequentemente realizada sem uma reposição das espécies vegetais autóctones (como o carvalho, a azinheira e o sobreiro, no caso português), sendo estas substituídas por espécies exóticas com interesse comercial, como o eucalipto, o que provoca um impacto negativo, não apenas na biodiversidade, mas, também, no desgaste dos solos, já que esta espécie consome grandes quantidades de água e tem raízes muito profundas que levam à exaustão hídrica dos terrenos.
A diminuição do número de fogos florestais é possível, sobretudo, através do incremento de medidas preventivas, como a criação de infraestruturas florestais (postos de observação, reservatórios de água, abertura de corta-fogos, etc.), a educação e a sensibilização das populações, o ordenamento e limpeza regular das florestas, o reforço dos meios de vigilância terrestre e aérea, assim como dos de combate a fogos, e o incremento da investigação científica (por exemplo, através do desenvolvimento de meios de deteção automática de incêndios).
Os fogos podem ter dois tipos de origem: acidental (devido a queimadas mal controladas, cigarros, restos de vidros nas matas, fagulhas de escapes e chaminés, etc.) ou provocada (para desbaste de áreas florestais, como forma de produzir campos agrícolas, ou com fins criminais).
As principais consequências dos incêndios florestais são, entre outras, a perda de diversidade biológica (sobretudo vegetal), a destruição de ecossistemas e habitats únicos e a substituição de comunidades com uma elevada complexidade e grau de evolução (as florestas) por outras mais simples, com menor número de espécies, como as savanas, ecologicamente menos evoluídas e com muito menor capacidade de suporte para as várias espécies de seres vivos. A degradação dos solos é também enormemente acelerada, devido ao aumento da erosão, em consequência da destruição do coberto vegetal.
Na maior parte das vezes as consequências negativas dos fogos florestais não terminam com o incêndio, já que a reflorestação é frequentemente realizada sem uma reposição das espécies vegetais autóctones (como o carvalho, a azinheira e o sobreiro, no caso português), sendo estas substituídas por espécies exóticas com interesse comercial, como o eucalipto, o que provoca um impacto negativo, não apenas na biodiversidade, mas, também, no desgaste dos solos, já que esta espécie consome grandes quantidades de água e tem raízes muito profundas que levam à exaustão hídrica dos terrenos.
A diminuição do número de fogos florestais é possível, sobretudo, através do incremento de medidas preventivas, como a criação de infraestruturas florestais (postos de observação, reservatórios de água, abertura de corta-fogos, etc.), a educação e a sensibilização das populações, o ordenamento e limpeza regular das florestas, o reforço dos meios de vigilância terrestre e aérea, assim como dos de combate a fogos, e o incremento da investigação científica (por exemplo, através do desenvolvimento de meios de deteção automática de incêndios).
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Como referenciar
Incêndios na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$incendios [visualizado em 2026-08-07 10:33:51].
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