Julieta Monginho
Escritora e magistrada portuguesa, Julieta Monginho nasceu em 1958, em Lisboa.
Tem fortes raízes alentejanas, por ter vivido naquela região durante boa parte da infância e adolescência.
Enquanto magistrada do Ministério Público, Monginho especializou-se na área de Família e Menores, tendo exercido funções em vários tribunais, incluindo Lisboa, Cascais, Montemor-o-Novo e Torres Vedras.
A sua carreira literária começou em 1996 com o romance Juízo Perfeito. Desde então, publicou várias obras de ficção, premiadas e reconhecidas pela crítica, destacando-se pelo estilo sensível e introspetivo.
Entre os seus livros mais conhecidos estão À tua espera (2000) – Prémio Máxima de Literatura, A terceira mãe (2008) – Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLB, Um muro no meio do caminho (2017) – Prémio Fernando
Namora e Prémio PEN Clube de Ficção Narrativa e Volta ao Mundo em Vinte Dias e Meio (2021) – Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLB.
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Notas do Exílio (1891-1893)Volume que recolhe as reflexões resultantes do exílio de dois anos pela Espanha, França e Holanda, a
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Transfigurações (1878-1882)Coletânea de poesias que António Feijó considera representativas das "fases percorridas na evolução
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A Guerra de África em 1895. MemóriasLivro de memórias, publicado em 1898, dedicado à rainha D. Amélia, em que António Enes narra as suas
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Longo Caminho Breve. Poesias Escolhidas (1943-1983)Trata-se de uma antologia do autor, reunindo textos poéticos compostos entre 1943 e 1983, a maior pa
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Espírito Gentil (1888)Coletânea de poesias, dividida em três partes, numa estruturação que de certa forma traduz diferente
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Líricas e Bucólicas (1876-1883)Coletânea de poesias, de António Feijó, dividida em dois livros, "Líricas" e "Bucólicas", reveladora
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Neblinas (1880-1884)Volume de poesias dedicado ao pai do poeta, o visconde de Proença-a-Velha. No curto prefácio, Luís O
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Poemas do Tempo Incerto (1928-1932)Segundo livro de poemas publicado pelas edições Presença, colige poemas escritos entre 1928 e 1932.
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Novos Horizontes (1875-1880)Volume de poesias dedicado à esposa do autor, Maria do Carmo Vaz de Carvalho, e ao poeta António Cân
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Paris em 1934Esta obra enquadra-se numa tradição de literatura de viagens na aceção que lhe confere Almeida Garre