ligações de hidrogénio
As ligações de hidrogénio, também designadas por pontes de hidrogénio, consistem num tipo de interação eletrostática entre moléculas e ocorrem entre moléculas que têm hidrogénio ligado a átomos muito eletronegativos, sobretudo azoto, oxigénio ou flúor.
A ligação estabelece-se, devido ao facto de as moléculas serem fortemente polares, quando o átomo de hidrogénio parcialmente positivo de uma molécula é atraído pelo par de eletrões não partilhado (não ligante) do átomo eletronegativo de outra molécula.
As ligações de hidrogénio são tanto mais fortes quanto maior for a polaridade da ligação covalente entre o hidrogénio e o outro elemento.
As ligações de hidrogénio entre as moléculas de amoníaco são mais fracas que as existentes entre as de água, uma vez que a polaridade da molécula de amoníaco é menor que a da molécula de água.
Na molécula de água o átomo de oxigénio atrai os eletrões da ligação O-H da outra molécula. O átomo de hidrogénio não possui níveis interiores para proteger o núcleo, e existe uma interação eletrostática entre o protão do hidrogénio e um par de eletrões não ligantes de um átomo de oxigénio na molécula vizinha. Cada átomo de oxigénio apresenta dois pares de eletrões não ligantes e pode efetuar ligações de hidrogénio.
As moléculas de água podem ainda ligar-se por ligações de hidrogénio a outras moléculas polares, o que explica a facilidade com que numerosas substâncias se dissolvem na água.
As forças numa ligação de hidrogénio são cerca de dez vezes mais fracas que as forças numa ligação covalente. No entanto, revelam consequências importantes para as propriedades físicas das substâncias, tais como as temperaturas de ebulição e fusão, a densidade, a viscosidade, além de auxiliarem a interpretação muitas vezes do seu comportamento químico.
As ligações de hidrogénio são também importantes a nível biológico. Ocorrem entre bases nas cadeias de DNA e têm influência na forma geométrica ou estrutura secundária das proteínas.
A ligação estabelece-se, devido ao facto de as moléculas serem fortemente polares, quando o átomo de hidrogénio parcialmente positivo de uma molécula é atraído pelo par de eletrões não partilhado (não ligante) do átomo eletronegativo de outra molécula.
As ligações de hidrogénio são tanto mais fortes quanto maior for a polaridade da ligação covalente entre o hidrogénio e o outro elemento.
As ligações de hidrogénio entre as moléculas de amoníaco são mais fracas que as existentes entre as de água, uma vez que a polaridade da molécula de amoníaco é menor que a da molécula de água.
Na molécula de água o átomo de oxigénio atrai os eletrões da ligação O-H da outra molécula. O átomo de hidrogénio não possui níveis interiores para proteger o núcleo, e existe uma interação eletrostática entre o protão do hidrogénio e um par de eletrões não ligantes de um átomo de oxigénio na molécula vizinha. Cada átomo de oxigénio apresenta dois pares de eletrões não ligantes e pode efetuar ligações de hidrogénio.
As moléculas de água podem ainda ligar-se por ligações de hidrogénio a outras moléculas polares, o que explica a facilidade com que numerosas substâncias se dissolvem na água.
As forças numa ligação de hidrogénio são cerca de dez vezes mais fracas que as forças numa ligação covalente. No entanto, revelam consequências importantes para as propriedades físicas das substâncias, tais como as temperaturas de ebulição e fusão, a densidade, a viscosidade, além de auxiliarem a interpretação muitas vezes do seu comportamento químico.
As ligações de hidrogénio são também importantes a nível biológico. Ocorrem entre bases nas cadeias de DNA e têm influência na forma geométrica ou estrutura secundária das proteínas.
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Como referenciar
ligações de hidrogénio na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$ligacoes-de-hidrogenio [visualizado em 2026-06-24 11:22:56].
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