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Morro da Pena Ventosa

Rui Couceiro

Pedra e Sombra

Burhan Sönmez

Geração D

Carlos de Matos Gomes

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Termo da teoria da comunicação, saído das teorias da informação, que designa a informação produzida por um emissor e transmitida para um recetor segundo as regras de um código que é partilhado por ambos os intervenientes no esquema comunicativo.
 

Roman Jakobson (1963, Essais de Linguistique Générale), linguista do Círculo Linguístico de Praga, elaborou um esquema funcionalista de comunicação linguística no qual a mensagem era situada na relação com os outros elementos da comunicação, como o destinador, o destinatário, o código, o contexto (ou referente) e o canal. Neste sentido, a mensagem é o lugar onde se manifesta a função poética da linguagem, sendo definida pela sua dimensão fonético-fonológica, prosódica, lexical, sintática e semântica. A codificação de uma mensagem obedece, neste esquema funcionalista, ao cumprimento de um objetivo comunicativo (a que corresponde uma determinada função linguística) que pode ser:

1) a expressão dos sentimentos do destinador (função emotiva),

2) a persuasão do destinatário (função apelativa),

3) o teste ao funcionamento do canal (função fática),

4) o teste ao mútuo entendimento do código por destinador e destinatário (função metalinguística),

5) a informação acerca das coordenadas do contexto (função referencial),

6) ou o do embelezamento da mensagem (função poética).

A noção de mensagem foi reanalisada e substituída pelo conceito de enunciado, à luz da teoria da enunciação que resultou das novas correntes da pragmática (O. Ducrot, K. Kerbrat-Orecchioni, etc.).

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Como referenciar
Porto Editora – mensagem na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-07-22 12:09:23]. Disponível em

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