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Navegação por satélite
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Este sistema é possível graças à existência de redes de satélites, como a americana Global Positioning System (GPS), e a russa Global Orbiting Navigation Satellite System (GLONASS). Cada um destes sistemas usa um grupo de satélites que orbitam sobre os polos norte e sul a uma altitude de 17 500 Km, emitindo de forma constante no tempo informação sobre a sua localização.
Esta informação é recebida por um aparelho recetor de GPS, que determina a sua própria posição através de um processo chamado triangulação: usando a informação horária de cada satélite, o recetor calcula o tempo que o sinal do satélite levou até ser recebido; relacionando este tempo com a velocidade a que os sinais de rádio se propagam, o aparelho calcula então a sua distância ao satélite; finalmente, usando a localização de três satélites, e a distância que o separa de cada um deles, o recetor determina a sua posição.
O primeiro satélite GPS foi lançado em 1978 e era, tal como os nove que se seguiram, um satélite de desenvolvimento, chamado Block I. Entre 1989 e 1993, foram colocados em órbita mais vinte e três satélites, os chamados Block II, que constituíam os satélites de produção. Em 1994, o lançamento do 24.º satélite veio completar o sistema, que então entrou em completo funcionamento.
Os serviços de GPS, originalmente orientados para fins militares, estão atualmente disponíveis aos civis, e existem já recetores GPS portáteis que permitem aos utilizadores saber a sua localização na Terra com uma margem de erro de apenas alguns metros.
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Como referenciar
Porto Editora – Navegação por satélite na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-05-21 01:59:04]. Disponível em

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