Oliveira Martins
Ensaio crítico sobre a obra do historiador Oliveira Martins, subintitulada "Estudo de Psicologia", que Moniz Barreto subdivide em sete partes: "Os caracteres", onde aprecia a "imaginação psicológica" do autor de História da Civilização Ibérica, História de Portugal e Portugal Contemporâneo; "As paisagens", onde avalia a sua "imaginação física"; "As teorias", em que expõe a sua conceção do mundo; "Os sentimentos", onde estuda a sua sensibilidade; "O escritor", onde se debruça sobre o seu estilo e os seus processos de escrita; "O historiador", em que analisa a sua preparação científica; e, finalmente, "O político", onde foca as suas ideias como homem de Estado.Este estudo de Moniz Barreto, o único publicado em volume em vida do autor, assinalaria a introdução em Portugal da crítica literária dita científica, de base tainiana.
-
A Marcha do ÓdioPoemeto de Guerra Junqueiro ilustrado com desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro e musicado por Miguel
-
A Arte da FugaTendo como protagonista uma espécie de anti-herói, Frederico, o romance usa como caixa de ressonânci
-
A Lã e a NeveRomance de Ferreira de Castro publicado em 1947. Retrata a dura realidade da vida do povo, através d
-
A Poesia de Alberto de SerpaSuprimindo a sua obra poética inicial, A Poesia de Alberto de Serpa, de 1981, reúne a poesia complet
-
A Brasileira de PrazinsNovela subintitulada Cenas do Minho, considerada uma das melhores obras de Camilo. Depois da adesão
-
A Vida TodaO primeiro volume de poesia publicado por José Augusto Seabra reúne composições escritas entre 1955
-
A Vida Começou AssimEm "Carta a Araújo Pereira", designado de Mestre, desculpa-se de só transmitir o que viu e ouviu, da
-
Teófilo Braga e a sua ObraObra subintitulada Estudo Complementar das Modernas Ideias na Literatura Portuguesa, tendo sido inic
-
A Invenção do Amor e Outros PoemasAlém de "A Invenção do Amor", um poema de assinalável sucesso na poesia portuguesa de resistência, e
-
A Tragédia da Rua das FloresRomance de Eça de Queirós, escrito em Newcastle, entre 1877 e 1878. A obra permaneceu mais de cem an