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OpenGL
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Antes do aparecimento do OpenGL, muitos fabricantes de hardware tinham bibliotecas de funções gráficas diferentes. Esta situação era extensível aos criadores de software que tinham que programar diferentes versões das suas aplicações para que estas pudessem funcionar em múltiplas plataformas de hardware.

A Silicon Graphics (SGI) apercebeu-se que a falta de uma Application Programming Interface (API) gráfica padrão era um fator inibidor para o crescimento do mercado 3D e decidiu liderar um grupo no sentido de criar esse padrão. O resultado foi o OpenGL, API desenvolvida com base num trabalho anterior da SGI, o IRIS GL.

O OpenGL fornece um método bem definido para o desenvolvimento de aplicações de software, simplificando o seu processo e reduzindo os seus custos e tempo de programação. Assim, o aparecimento desta API permitiu que milhares de aplicações de diferentes tipos pudessem funcionar em distintas plataformas de computadores.

O OpenGL fornece funções gráficas 2D e 3D, incluindo a modelação e transformação de gráficos, cor, luz, sombras precisas, bem como outras mais avançadas, como o mapeamento de texturas, NURBS, nevoeiro, alpha blending e movimento. Esta API é independente do sistema operativo usado no computador, encontrando-se integrada no Microsoft Windows, no X Window System do Unix, Linux e MacOs.

As especificações da API OpenGL estão sob a orientação de um consórcio independente chamado OpenGL Architecture Review Board (OpenGL ARB), do qual faz parte a própria SGI e que foi criado em 1992.

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Como referenciar
Porto Editora – OpenGL na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-04-21 14:36:37]. Disponível em

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