Oxinotídeos
Família de animais com vida aquática, com esqueleto cartilagíneo do filo dos cordados, da ordem dos peixes cartilagíneos ou condríctios, da ordem dos pleurotrenatos. São exemplo de oxinotídeos várias espécies de tubarões.
Os oxinotídeos, como o Oxynotus centrina, também conhecido com o nome de peixe-porco, apresentam uma forma hidrodinâmica, neste caso com o corpo de secção triangular. O espinho da primeira vertebra dorsal está inclinado para a frente. São de cor castanho-escura na região dorsal e mais clara ventralmente.
Cosmopolitas ou tendo uma distribuição mais regional os tubarões encontram-se em todos os mares exceto na proximidade do continente Antártico. Contudo, é frequente nas águas antárticas a presença de tubarões da família Somniorus lencas, embora a maior parte dos tubarões prefira as águas mais quentes dos trópicos. Nos mares os tubarões distribuem-se, geralmente, entre a zona costeira e as profundidades abissais.
Os tubarões possuem um sistema notável de captura composto pelos seus maxilares e os seus dentes dispostos em série. A primeira série é funcional e as seguintes são dentes de substituição. Os dentes e os maxilares são servidos por uma variedade de órgãos sensoriais que permitem que os tubarões ouçam, sintam, vejam e apreciem as suas presas. Os tubarões têm um sistema lateral que lhe permite identificar à distância vibrações sonoras emitidas por uma fonte que pode estar situada a mais de quatro quilómetros.
Os tubarões acasalam para se reproduzir. O macho possui órgãos copuladores, os pterigopodes, que introduz na cloaca da fêmea sobre a qual se mantém mordendo-a sobre os flancos ou ao nível das barbatanas peitorais. A sua taxa de fecundidade é fraca mas a sobrevivência dos juvenis é fácil. Os períodos de gestação são longos.
Os oxinotídeos são geralmente carnívoros seletivos e oportunistas alimentando-se principalmente de peixes. A espécie Oxynotus centrina encontra-se na costa portuguesa.
Os oxinotídeos, como o Oxynotus centrina, também conhecido com o nome de peixe-porco, apresentam uma forma hidrodinâmica, neste caso com o corpo de secção triangular. O espinho da primeira vertebra dorsal está inclinado para a frente. São de cor castanho-escura na região dorsal e mais clara ventralmente.
Cosmopolitas ou tendo uma distribuição mais regional os tubarões encontram-se em todos os mares exceto na proximidade do continente Antártico. Contudo, é frequente nas águas antárticas a presença de tubarões da família Somniorus lencas, embora a maior parte dos tubarões prefira as águas mais quentes dos trópicos. Nos mares os tubarões distribuem-se, geralmente, entre a zona costeira e as profundidades abissais.
Os tubarões possuem um sistema notável de captura composto pelos seus maxilares e os seus dentes dispostos em série. A primeira série é funcional e as seguintes são dentes de substituição. Os dentes e os maxilares são servidos por uma variedade de órgãos sensoriais que permitem que os tubarões ouçam, sintam, vejam e apreciem as suas presas. Os tubarões têm um sistema lateral que lhe permite identificar à distância vibrações sonoras emitidas por uma fonte que pode estar situada a mais de quatro quilómetros.
Os tubarões acasalam para se reproduzir. O macho possui órgãos copuladores, os pterigopodes, que introduz na cloaca da fêmea sobre a qual se mantém mordendo-a sobre os flancos ou ao nível das barbatanas peitorais. A sua taxa de fecundidade é fraca mas a sobrevivência dos juvenis é fácil. Os períodos de gestação são longos.
Os oxinotídeos são geralmente carnívoros seletivos e oportunistas alimentando-se principalmente de peixes. A espécie Oxynotus centrina encontra-se na costa portuguesa.
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Como referenciar
Oxinotídeos na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$oxinotideos [visualizado em 2026-06-24 22:14:27].
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