processo de Linde
O processo de Linde foi proposto em 1895 pelo engenheiro alemão Karl von Linde, que nasceu na Alta Francónia a 11 de junho de 1842, e que faleceu em Munique, a 16 de novembro de 1934.
Este processo é utilizado para liquefação de gases por efeito Joule-Thomson, que consiste em deixar passar o gás através de uma válvula estreita gerando-se no lado da entrada uma pressão superior à existente no lado da saída. Assim, o gás expande-se e aumenta o volume. No caso de um gás ideal, a temperatura nos dois lados da válvula seria exatamente a mesma, uma vez que o trabalho que se tem que realizar para comprimir o gás é o mesmo que produz o gás ao sair. No entanto, existe sempre uma diferença de temperatura.
Este efeito baseia-se nas forças de interação entre as moléculas do gás, contra as quais há que realizar um trabalho durante a expansão.
Com a ajuda deste efeito, pode conseguir-se numa expansão uma grande descida da temperatura, ainda que limitada.
Para a liquefação do ar, este é libertado do dióxido de carbono a uma pressão de 150 atmosferas. O gás comprimido é obrigado a percorrer um enrolamento de cobre até um tubo de expansão no interior de uma garrafa de Dewar. O ar emergente é arrefecido por efeito Joule-Thomson, quando se expande, e então passa novamente em sentido contrário pelo interior de um segundo enrolamento de cobre que envolve o primeiro. Deste modo, o gás expandido arrefece o gás próximo por um processo regenerativo.
Este processo é também usado para outros gases especialmente hidrogénio e hélio. O hidrogénio tem primeiro de ser arrefecido abaixo da sua temperatura de inversão usando ar líquido. O hélio, por sua vez, tem primeiro de ser arrefecido abaixo da sua temperatura de inversão usando hidrogénio líquido.
Com a ajuda deste processo foi possível liquefazer gases e levá-los ao ponto de ebulição do hidrogénio (-252,8 ºC). Com isto, conseguiu-se ao mesmo tempo, através de uma destilação final, decompor o ar nos seus componentes e obter assim os gases nobres.
Este processo é utilizado para liquefação de gases por efeito Joule-Thomson, que consiste em deixar passar o gás através de uma válvula estreita gerando-se no lado da entrada uma pressão superior à existente no lado da saída. Assim, o gás expande-se e aumenta o volume. No caso de um gás ideal, a temperatura nos dois lados da válvula seria exatamente a mesma, uma vez que o trabalho que se tem que realizar para comprimir o gás é o mesmo que produz o gás ao sair. No entanto, existe sempre uma diferença de temperatura.
Este efeito baseia-se nas forças de interação entre as moléculas do gás, contra as quais há que realizar um trabalho durante a expansão.
Com a ajuda deste efeito, pode conseguir-se numa expansão uma grande descida da temperatura, ainda que limitada.
Para a liquefação do ar, este é libertado do dióxido de carbono a uma pressão de 150 atmosferas. O gás comprimido é obrigado a percorrer um enrolamento de cobre até um tubo de expansão no interior de uma garrafa de Dewar. O ar emergente é arrefecido por efeito Joule-Thomson, quando se expande, e então passa novamente em sentido contrário pelo interior de um segundo enrolamento de cobre que envolve o primeiro. Deste modo, o gás expandido arrefece o gás próximo por um processo regenerativo.
Este processo é também usado para outros gases especialmente hidrogénio e hélio. O hidrogénio tem primeiro de ser arrefecido abaixo da sua temperatura de inversão usando ar líquido. O hélio, por sua vez, tem primeiro de ser arrefecido abaixo da sua temperatura de inversão usando hidrogénio líquido.
Com a ajuda deste processo foi possível liquefazer gases e levá-los ao ponto de ebulição do hidrogénio (-252,8 ºC). Com isto, conseguiu-se ao mesmo tempo, através de uma destilação final, decompor o ar nos seus componentes e obter assim os gases nobres.
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Como referenciar
processo de Linde na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$processo-de-linde [visualizado em 2026-06-04 22:16:34].
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