Ramos Preto
Jurista e político português da I República, José Ramos Preto nasceu em 1871, em Louriçal do Campo, concelho e distrito de Castelo Branco, vindo a falecer na mesma localidade a 7 de janeiro de 1949.
Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, exercendo depois a carreira de advogado, na qual se distinguiu de forma notável, principalmente pelos seus apurados dotes oratórios. Foi deputado e sobraçou várias pastas ministeriais, alcançando a da Justiça entre 8 de março e 26 de maio de 1920, no governo presidido por António Maria Batista. Com o súbito óbito deste, Ramos Preto avança para a presidência (efémera) do governo, o sexto entre dez que aquele agitado ano de 1920 conhecera, minado por crises cíclicas e atentados contra magistrados da nação.
Ramos Preto, na sua carreira política, foi também senador, diretor do Reformatório de S. Fiel e governador civil do seu distrito de origem, Castelo Branco, em cuja cidade homónima foi também reitor do Liceu. Destacou-se no Reformatório, onde atuou de forma meritória e humanista.
Retirou-se da vida pública em 1935, embora se tenha dedicado na sua região a várias atividades em prol do progresso, dinamização e divulgação da mesma, como foi o caso do IV Congresso das Beiras, decorrido em Castelo Branco e a cuja comissão organizadora presidiu.
Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, exercendo depois a carreira de advogado, na qual se distinguiu de forma notável, principalmente pelos seus apurados dotes oratórios. Foi deputado e sobraçou várias pastas ministeriais, alcançando a da Justiça entre 8 de março e 26 de maio de 1920, no governo presidido por António Maria Batista. Com o súbito óbito deste, Ramos Preto avança para a presidência (efémera) do governo, o sexto entre dez que aquele agitado ano de 1920 conhecera, minado por crises cíclicas e atentados contra magistrados da nação.
Ramos Preto, na sua carreira política, foi também senador, diretor do Reformatório de S. Fiel e governador civil do seu distrito de origem, Castelo Branco, em cuja cidade homónima foi também reitor do Liceu. Destacou-se no Reformatório, onde atuou de forma meritória e humanista.
Retirou-se da vida pública em 1935, embora se tenha dedicado na sua região a várias atividades em prol do progresso, dinamização e divulgação da mesma, como foi o caso do IV Congresso das Beiras, decorrido em Castelo Branco e a cuja comissão organizadora presidiu.
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Como referenciar
Ramos Preto na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$ramos-preto [visualizado em 2026-07-19 12:22:11].
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