teoria da escolha racional
Uma análise cuidada da estrutura em que os homens vivem poderá determinar as restrições que os afetam e determinar, entre os possíveis caminhos de saída, aquele que poderá ser o mais eficiente e trazer melhores resultados. Funcionando em termos gerais e dedutivos, a teoria da escolha racional tem vindo a ser aplicada às relações sociais, raciais e étnicas de forma a formular previsões em vez de análises de factos passados. No âmbito do trabalho e do emprego, esta teoria foi aplicada para descrever certos comportamentos-tipo de discriminação racial, tendo-se chegado à conclusão, por exemplo, que nas sociedades onde existe um grande distanciamento entre um grupo considerado de classe inferior e laboral e um grupo de classe alta, existirá uma maior discriminação social e racial no âmbito de uma indústria não lucrativa do que nas indústrias lucrativas onde a necessidade da mão de obra que produz altos lucros leva a que os empregadores os contratem e os mantenham a laborar.
Outro princípio verificado através desta teoria mostra que no comércio existe uma maior tendência para existirem relações de negócios entre pessoas da mesma etnia nos países do Terceiro Mundo do que nos países desenvolvidos. Nos primeiros os sistemas de justiça funcionam com menos eficiência e, portanto, as pessoas procuram proteger-se associando-se a pessoas da mesma etnia.
Esta teoria também foi utilizada para definir o grau de participação dos indivíduos em ações coletivas dentro da mesma etnia, sendo este determinado não por razões de benefício comunitário para a etnia em causa, mas sobretudo por razões de benefícios individuais. Assim, as organizações que concentram as ações coletivas procuram convencer os seus membros de que o sucesso de uma iniciativa ou ação lhes trará benefícios práticos. O grau de mobilização ou de aderência depende da capacidade de comunicação e de convencimento das respetivas organizações e dos meios que estas dispõem para passarem a sua mensagem. Esta teoria está a ser desenvolvida e estudada, tendo, neste momento, dois importantes desafios a cumprir que são a explicação do funcionamento das instituições sociais que exercem restrições sobre as escolhas individuais dos indivíduos e o estudo do processo interno dos indivíduos na formação dos valores que determinam as ações individuais.
Outro princípio verificado através desta teoria mostra que no comércio existe uma maior tendência para existirem relações de negócios entre pessoas da mesma etnia nos países do Terceiro Mundo do que nos países desenvolvidos. Nos primeiros os sistemas de justiça funcionam com menos eficiência e, portanto, as pessoas procuram proteger-se associando-se a pessoas da mesma etnia.
Esta teoria também foi utilizada para definir o grau de participação dos indivíduos em ações coletivas dentro da mesma etnia, sendo este determinado não por razões de benefício comunitário para a etnia em causa, mas sobretudo por razões de benefícios individuais. Assim, as organizações que concentram as ações coletivas procuram convencer os seus membros de que o sucesso de uma iniciativa ou ação lhes trará benefícios práticos. O grau de mobilização ou de aderência depende da capacidade de comunicação e de convencimento das respetivas organizações e dos meios que estas dispõem para passarem a sua mensagem. Esta teoria está a ser desenvolvida e estudada, tendo, neste momento, dois importantes desafios a cumprir que são a explicação do funcionamento das instituições sociais que exercem restrições sobre as escolhas individuais dos indivíduos e o estudo do processo interno dos indivíduos na formação dos valores que determinam as ações individuais.
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Como referenciar
teoria da escolha racional na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$teoria-da-escolha-racional [visualizado em 2026-06-26 23:23:41].
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