Trilogia Portuguesa
Peça a que foi atribuído o Grande Prémio de Teatro da Secretaria de Estado da Cultura, em 1987; e levada à cena no mesmo ano.
A trilogia compreende três peças situadas na segunda metade do século XVIII, entre o terramoto de Lisboa e o reinado de D. Maria, e colocam em cena, no contexto das primeiras convulsões políticas europeias, três protagonistas cujos discursos relativizam as noções de poder e de liberdade: O Bicho, drama em dois atos centrado sobre Sebastião de Carvalho, que vê no terramoto de Lisboa o momento propício para assumir uma governação absoluta; A Infância de Leonor de Távora, que apresenta o confronto entre Leonor de Távora, condenada à morte com o marido e os filhos, por suspeita de conspiração, e o primeiro-ministro do reino; e Tempo Feminino, que tem como protagonista a rainha D. Maria.
-
EstadoDo ponto de vista filosófico, a noção de Estado consiste na existência de um conjunto de instituiçõe...
-
A EncruzilhadaPeça da autoria de Carlos Selvagem representada pela primeira vez no Teatro Nacional D. Maria II, a
-
Florânia ou A Perfeita FelicidadeComédia dramática em duas partes, representada pela primeira vez no Teatro Experimental do Porto, em
-
A Máscara SocialComédia-drama em três atos, de Alfredo Possolo Hogan, de 1861, cuja ação decorre em Lisboa, na atual
-
A Nova Ilusão. Peça em Dois AtosA Nova Ilusão, publicada em 1984, constitui a terceira parte de uma trilogia que poderia ter, segund
-
Benilde ou a Virgem-MãePeça levada à cena pela primeira vez no dia 25 de novembro de 1947, no Teatro Nacional D. Maria II.
-
D. João e a MáscaraFábula trágica de António Patrício, publicada em 1924. Nesta peça, o autor nega qualquer finalidade
-
A Qualquer Hora o Diabo VemPeça levada à cena, pela primeira vez, em 1951 e com êxito, pelo Grupo de Teatro Experimental, funda
-
A Herança do ChancelerComédia histórica em verso de Mendes Leal, publicada em 1855, cuja ação se desenrola em Lisboa, em 1
-
Viagem à roda da parvóniaComédia satírica escrita por Guilherme de Azevedo e Guerra Junqueiro, que a assinam com o pseudónimo