vanguarda (arte)
O termo vanguarda significa, no seu sentido literal, a "primeira linha de um exército, em ordem de batalha", a "guarda avançada que abre a marcha", "o corpo militar que vai à frente". Na arte, passou a referir-se aos artistas que se colocam culturalmente à frente do seu tempo, abrindo o caminho a novas ideias, a novas mentalidades, a novas culturas. A arte de vanguarda procura romper com toda a conceção artística e cultural até então vigente. Apresenta-se como uma revolução cultural que busca novas estruturas, estéticas e pensamentos.
No meio de diversas tensões sociais, políticas e mentais, a arte e a literatura tentam a rutura com o passado e buscam o futuro de promessas. Procurando separar-se da burguesia e do seu materialismo, por meio de uma arte refinada e estetizante, surge o Modernismo, que se expande entre 1880-1914. Daí, considerar-se, também, como Vanguarda ou Vanguardismo o movimento do Modernismo que representa a inquietude de uma época. Este apresenta-se como corrente artística que procura a novidade contra o gosto estabelecido, abrangendo ou recobrindo todos os ismos: futurismo, cubismo, impressionismo, dadaísmo, expressionismo, intersecionismo, paulismo, sensacionismo...
São marcas do Modernismo: a liberdade criadora; o sentido aristocrático da arte, contra a vulgaridade; a perfeição formal; o cosmopolitismo; a correspondência entre as várias artes - literatura, pintura, escultura, música -; o gosto pelo exótico, pelo clássico e pelo pitoresco; o impressionismo descritivo; a renovação vocabular e dos recursos expressivos; a simplificação da sintaxe; o aproveitamento das imagens visuais e dos vocábulos musicais; a versificação irregular e o verso livre; a liberdade estrófica.
Cada uma das correntes de vanguarda assumiu um carácter específico, mas tinham sempre de comum o sentimento de romper com o passado, muitas vezes exprimindo a subjetividade e o irracionalismo humano, na ânsia de encontrar novas formas de expressão capazes de traduzir uma nova realidade para a sua contemporaneidade.
Na arte, estes movimentos de vanguarda celebrizaram-se com pintores como Matisse, Rouault, Chagall, Picasso, Braque, Kandinsky, Klee, Max Ernst, Mondrian, Miró, Dali; com músicos como Schönberg, Bela Bartok ou Stravinsky. Na literatura, merecem referência Henri James, Virginia Woolf, Joyce, Kafka, Hermann Hesse, John Dos Passos, E.E.Cummings, Jorge Luis Borges e poetas como Apollinaire, Mallarmé, Marinetti, Max Jacob, Ezra Pound, Valery, T. S. Eliot, André Breton, Maïakovski, Gertrude Stein, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, entre outros.
No meio de diversas tensões sociais, políticas e mentais, a arte e a literatura tentam a rutura com o passado e buscam o futuro de promessas. Procurando separar-se da burguesia e do seu materialismo, por meio de uma arte refinada e estetizante, surge o Modernismo, que se expande entre 1880-1914. Daí, considerar-se, também, como Vanguarda ou Vanguardismo o movimento do Modernismo que representa a inquietude de uma época. Este apresenta-se como corrente artística que procura a novidade contra o gosto estabelecido, abrangendo ou recobrindo todos os ismos: futurismo, cubismo, impressionismo, dadaísmo, expressionismo, intersecionismo, paulismo, sensacionismo...
São marcas do Modernismo: a liberdade criadora; o sentido aristocrático da arte, contra a vulgaridade; a perfeição formal; o cosmopolitismo; a correspondência entre as várias artes - literatura, pintura, escultura, música -; o gosto pelo exótico, pelo clássico e pelo pitoresco; o impressionismo descritivo; a renovação vocabular e dos recursos expressivos; a simplificação da sintaxe; o aproveitamento das imagens visuais e dos vocábulos musicais; a versificação irregular e o verso livre; a liberdade estrófica.
Cada uma das correntes de vanguarda assumiu um carácter específico, mas tinham sempre de comum o sentimento de romper com o passado, muitas vezes exprimindo a subjetividade e o irracionalismo humano, na ânsia de encontrar novas formas de expressão capazes de traduzir uma nova realidade para a sua contemporaneidade.
Na arte, estes movimentos de vanguarda celebrizaram-se com pintores como Matisse, Rouault, Chagall, Picasso, Braque, Kandinsky, Klee, Max Ernst, Mondrian, Miró, Dali; com músicos como Schönberg, Bela Bartok ou Stravinsky. Na literatura, merecem referência Henri James, Virginia Woolf, Joyce, Kafka, Hermann Hesse, John Dos Passos, E.E.Cummings, Jorge Luis Borges e poetas como Apollinaire, Mallarmé, Marinetti, Max Jacob, Ezra Pound, Valery, T. S. Eliot, André Breton, Maïakovski, Gertrude Stein, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, entre outros.
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Como referenciar
Porto Editora – vanguarda (arte) na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2025-04-24 20:07:19]. Disponível em
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