Zygmunt Bauman
Sociólogo polaco, Zygmunt Bauman nasceu a 19 de novembro de 1925 em Poznan e morreu em Leeds, Inglaterra, a 9 de janeiro de 2017. Autor prolífico, ganhou influência sobretudo pela sua análise das relações entre a modernidade e o totalitarismo e pelas suas reflexões sobre a globalização e a pós-modernidade.
De origem hebraica, Bauman e a família foram forçados a procurar refúgio na União Soviética em 1939, na sequência da invasão da Polónia pela Alemanha. Regressado após o final da Segunda Guerra, estudou sociologia e filosofia na Universidade de Varsóvia – a mesma instituição onde mais tarde iniciou a carreira, ocupando a cátedra de sociologia geral.
Acossado por uma campanha antissemita, Bauman é novamente forçado a deixar a Polónia em 1968: primeiro rumo a Israel, onde lecionou em Tel Aviv e em Haifa; depois em Leeds, onde se tornou professor titular de sociologia da Universidade de Leeds em 1971, cargo que ocupou por vinte anos.
Entre os seus trabalhos mais relevantes destacam-se Modernidade e Holocausto (1989), O Mal-estar da Pós-modernidade (1997) ou Modernidade Líquida (2000).