Lenda dos Estremoços
Um homem, uma mulher e uma criança viajavam numa carruagem pela planície do Alentejo. Procuravam um novo lar numa terra bem longínqua.
Um tremoceiro foi o único abrigo que encontraram no caminho. A família armou uma tenda e ali passou a noite.
Na manhã seguinte, foram acordados pelo dono daquelas terras que reclamava da presença da família sem a sua autorização.
Ao ouvir que a família era perseguida, embora injustamente, por delitos que não tinham cometido, o velho proprietário mandou-os sair imediatamente.
Sentindo-se insultados, mas de consciência tranquila, os forasteiros recusaram-se a abandonar o abrigo do tremoceiro.
Passado algum tempo, pai e mãe deram por falta da filha.
Esta tinha ido encontrar-se com o velho proprietário. Disse-lhe que os seus pais eram gente nobre e honesta com capacidade para fazer daquele local uma linda povoação.
Convencido pela inteligência e coragem da menina, o velho proprietário foi ter com os pais e aceitou a sua presença e ajuda.
Anos mais tarde, a povoação recebeu o foral de D. Afonso III.
Foram tantas as sugestões de nomes para a terra, que o velho proprietário resolveu deixar à criança a escolha.
Em homenagem à árvore, deu-lhe o nome de Estremoços (nome dado aos tremoços naquela época).
Hoje é conhecida por cidade de Estremoz.
Um tremoceiro foi o único abrigo que encontraram no caminho. A família armou uma tenda e ali passou a noite.
Na manhã seguinte, foram acordados pelo dono daquelas terras que reclamava da presença da família sem a sua autorização.
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Hoje é conhecida por cidade de Estremoz.
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Como referenciar
Porto Editora – Lenda dos Estremoços na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2026-06-11 18:36:32]. Disponível em
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