Adolfo Luxúria Canibal
Fundador do grupo rock Mão Morta, Adolfo Luxúria Canibal é o pseudónimo de Adolfo Augusto Martins da Cruz Morais de Macedo, nascido a 25 de dezembro de 1959, em Luanda.
Enquanto vocalista e letrista da banda Mão Morta, rapidamente se destacou pelo estilo provocador, experimental e intenso, marcado por letras poéticas e uma presença em palco magnética.
Adolfo participou também em projetos paralelos como Mécanosphère, Auaufeiomau, e colaborações com bandas como Moonspell, Clã e Pop Dell’Arte.
Para além da música, dedicou-se às artes performativas, encenando e protagonizando espetáculos multimédia e performances desde os anos 80. Criou o projeto de spoken word Estilhaços, que deu origem a um livro publicado em 2003.
É autor de diversos títulos, como Rock & Roll (1984), e contribuiu como cronista e colaborador em diferentes jornais, revistas e programas de rádio.
Com um estilo literário cru e impactante, a sua obra ressoa tanto na música como na escrita, destacando-o como um dos artistas mais inquietos e inovadores da cultura portuguesa contemporânea.
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A Rua EscuraRomance histórico subintitulado Tradição Portuense (1628-1629), cuja ação se desenrola no Porto, dur
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A Vitória da FrançaPoemeto de Guerra Junqueiro que celebra a proclamação da III República Francesa.
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A DivorciadaRomance de José Augusto Vieira, publicado em 1881, que retoma de certa forma a tese de Os Noivos, de
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À EsquinaVolume de folhetins de Fialho de Almeida, publicado em 1903, subintitulado "Jornal dum Vagabundo", d
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A Espanha LivrePoemeto de Guerra Junqueiro que celebra a instauração da República espanhola, publicado em 1873.
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A Cidade do VícioSegundo volume de contos de Fialho de Almeida, de 1882, quase todos situados em espaços rústicos, qu
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A OrigemObra de Graça Pina de Morais publicada em 1958. A narrativa centra-se sobre os descendentes de Leona
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A Ondina do LagoVolume de poesias de Teófilo Braga, publicado em 1866, que se inscreve no ciclo poético inaugurado c
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E se Tivesse a Bondade de me Dizer Porquê?Volume que colige a narrativa folhetinesca escrita a quatro mãos, por Clara Pinto Correia e Mário de
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A Lã e a NeveRomance de Ferreira de Castro publicado em 1947. Retrata a dura realidade da vida do povo, através d