pacifismo
Já vem de longe o ideal pacifista, embora com interpretações diferentes. Tanto surgiu como consequência imediata dos sofrimentos causados pela guerra, como apareceu formulado em termos filosóficos ou religiosos. É o caso do "amor ao próximo" da doutrina cristã. Uma versão mais propriamente política da doutrina pacifista é a ideia de que a paz deveria ser assegurada por um sistema de alianças entre Estados.
O denominado movimento pacifista teve início nos Estados Unidos da América, com a New York Peace Society, fundada em 1815 por David L. Dodge, e outras associações semelhantes. Em 1828, essas associações fundiram-se numa só, a American Peace Society. Em 1848, em Bruxelas, realizou-se o primeiro congresso, verdadeiramente internacional, pela paz, com edições nos anos seguintes em Paris (1849), Frankfurt (1850) e Londres (1851). Em 1891 foi fundado o Bureau International Permanent de la Paix, em Berna, que passou a ser o órgão central do pacifismo.
Apesar de tantos esforços, em 1914 teve início a Primeira Guerra Mundial. No decurso do conflito, e especialmente nos Estados Unidos, faziam-se projetos para uma paz definitiva. O presidente Woodrow Wilson tomou posições que vieram a assumir uma grande importância, principalmente durante a Conferência de Paz que teve lugar em Paris. Desta conferência nasceu o Pacto da Sociedade das Nações (1919).
A Sociedade tinha como objetivo desenvolver a cooperação entre as nações e garantir-lhes a paz e a segurança. Com esse objetivo, foi constituído um tribunal internacional permanente, não apenas para os países aderentes à Sociedade mas também extensível aos restantes.
Contudo, a Sociedade das Nações não conseguiu evitar que a Segunda Guerra Mundial eclodisse. Por isso, numa declaração conhecida por Carta do Atlântico, em 1941, o presidente norte-americano Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Churchill demonstraram a sua intenção de criar um sistema de segurança internacional, assim que acabasse a guerra. Em 1942, vinte e seis nações aliadas assinavam a Declaração das Nações Unidas; em 1943, os representantes da China, dos EUA, do Reino Unido e da União Soviética, reunidos em Moscovo, reconheciam a necessidade de uma organização, baseada no princípio da igualdade soberana de todas as nações pacíficas, para a manutenção da paz e da segurança internacionais. Por fim, em 1944, os representantes das mesmas potências chegavam a acordo sobre os princípios essenciais da Organização das Nações Unidas (ONU). No ano seguinte, a ONU foi constituída com o objetivo de assegurar "a manutenção da paz e da segurança internacional, a defesa dos direitos humanos e o progresso económico e social dos povos".
O denominado movimento pacifista teve início nos Estados Unidos da América, com a New York Peace Society, fundada em 1815 por David L. Dodge, e outras associações semelhantes. Em 1828, essas associações fundiram-se numa só, a American Peace Society. Em 1848, em Bruxelas, realizou-se o primeiro congresso, verdadeiramente internacional, pela paz, com edições nos anos seguintes em Paris (1849), Frankfurt (1850) e Londres (1851). Em 1891 foi fundado o Bureau International Permanent de la Paix, em Berna, que passou a ser o órgão central do pacifismo.
Apesar de tantos esforços, em 1914 teve início a Primeira Guerra Mundial. No decurso do conflito, e especialmente nos Estados Unidos, faziam-se projetos para uma paz definitiva. O presidente Woodrow Wilson tomou posições que vieram a assumir uma grande importância, principalmente durante a Conferência de Paz que teve lugar em Paris. Desta conferência nasceu o Pacto da Sociedade das Nações (1919).
Contudo, a Sociedade das Nações não conseguiu evitar que a Segunda Guerra Mundial eclodisse. Por isso, numa declaração conhecida por Carta do Atlântico, em 1941, o presidente norte-americano Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Churchill demonstraram a sua intenção de criar um sistema de segurança internacional, assim que acabasse a guerra. Em 1942, vinte e seis nações aliadas assinavam a Declaração das Nações Unidas; em 1943, os representantes da China, dos EUA, do Reino Unido e da União Soviética, reunidos em Moscovo, reconheciam a necessidade de uma organização, baseada no princípio da igualdade soberana de todas as nações pacíficas, para a manutenção da paz e da segurança internacionais. Por fim, em 1944, os representantes das mesmas potências chegavam a acordo sobre os princípios essenciais da Organização das Nações Unidas (ONU). No ano seguinte, a ONU foi constituída com o objetivo de assegurar "a manutenção da paz e da segurança internacional, a defesa dos direitos humanos e o progresso económico e social dos povos".
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Como referenciar
pacifismo na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$pacifismo [visualizado em 2026-06-18 01:30:56].
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