Sistro
Instrumento musical usado no Antigo Egito, cuja designação atual, Sistro ou Sistrum, deriva do grego seistron, já que em egípcio se dizia seshesht. Instrumento geralmente usado por mulheres, desde sacerdotisas a princesas, entre viúvas de faraós ou de membros da alta nobreza, exceto quando tocado pelo faraó durante a cerimónia de doação de oferendas à deusa Hathor. Este instrumento produzia sons ao ser agitado, como se fosse um chocalho. A tradição de uso do sistro chegou até ao Período Greco-
Romano (332 a. C.-395 d. C.), tendo chegado desta época instrumentos em bronze (como já se usava deste tempos remotos no Egito), para uso ritual, funerário ou em várias cerimónias, embora também se usassem que não para estes fins, mas apenas para entretenimento, feitos em madeira, pedra ou faiança.
Havia dois tipos essenciais de sistros: um em forma de capela (sechet), remontante ao Império Antigo (c. 2660-2180 a. C.), outro com remate de forma circular ou em arco (sekhem), mais recente. Ambas as formas estavam muito ligadas ao culto da deusa Hathor, cuja cabeça (com chifres bovinos) era muitas vezes pintada no punho do sistro. Alguns tinham também inscrições, como um com o nome de Teti, faraó fundador da VI dinastia (c. 2345-c. 2323 a. C.). O sistro circular, sekhem, foi o mais popular no Período Greco-Romano.
-
RomanoPapa italiano, natural da localidade de Gallese, antes de ser eleito papa desempenhava o cargo de ca...
-
Vozes do ErmoVolume de poesias, com um prefácio de Latino Coelho, em que este autor discute a questão da sobreviv
-
História do FuturoEsta obra, iniciada em 1649 e reencetada uns 15 anos mais tarde, está inacabada, devido às circunstâ
-
Poeta Militante: Viagem do Século Vinte em MimPoeta Militante reúne a obra poética completa de José Gomes Ferreira, publicada já quase na sua tota
-
Vésperas. Poesias DispersasColetânea de poesias dedicada a Camilo Castelo Branco. No poema inicial, que dá o título à antologia
-
Orto do EsposoObra de espiritualidade de fins do século XIV, inícios do século XV, de um monge anónimo, escrita "p
-
Esboços do NaturalColetânea de contos à margem da série Cenas da Vida Contemporânea, dotada de um prólogo doutrinário
-
História do Imperador VespasianoA Estoria do muy nobre Vespasiano emperador de Roma, um incunábulo datado de 1496, conservado na Bib
-
Estudos DispersosColetânea de textos críticos de Moniz Barreto, prefaciada e anotada por Castelo Branco Chaves, que r
-
Fototipias do MinhoLivro que reúne quatro narrativas, "As arrecadas de Rosinha", "A cura de uma nevrose", "A procissão