Lenda dos Távoras
Conta a lenda que, no século XI, dois irmãos, D. Tedo e D. Rausendo, há muito que tentavam conquistar o castelo de Paredes da Beira, que estava na posse do mouro de Lamego. Cansados do insucesso, resolveram arquitetar um plano para a conquista definitiva da fortaleza.
Numa manhã do dia de S. João, esperaram que os mouros saíssem do castelo para se banharem nas águas do Távora, como habitualmente faziam, e entraram no castelo com o seu exército disfarçados de mouros. Mataram a maior parte dos homens que lá tinham ficado.
Apesar de terem sido avisados por alguns mouros que tinham conseguido escapar, os que festejavam no rio foram atacados e mortos por D. Tedo. O vale do rio passou a ser chamado de "Vale D'Amil" em lembrança dos mouros que tinham sido "mortos aos mil".
A lenda diz que os dois irmãos tomaram a partir da batalha o apelido de Távora, em memória do rio onde se tinha desenrolado a vitória, e adotaram nas suas armas a imagem de um golfinho sobre as ondas, simbolizando a vitória de D. Tedo.
Numa manhã do dia de S. João, esperaram que os mouros saíssem do castelo para se banharem nas águas do Távora, como habitualmente faziam, e entraram no castelo com o seu exército disfarçados de mouros. Mataram a maior parte dos homens que lá tinham ficado.
Apesar de terem sido avisados por alguns mouros que tinham conseguido escapar, os que festejavam no rio foram atacados e mortos por D. Tedo. O vale do rio passou a ser chamado de "Vale D'Amil" em lembrança dos mouros que tinham sido "mortos aos mil".
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Como referenciar
Porto Editora – Lenda dos Távoras na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2026-06-14 17:03:41]. Disponível em
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