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Os três grandes mestres da tragédia grega foram Ésquilo, Sófocles e Eurípides, mas os renascentistas portugueses preferiram o latino Séneca. Henrique Aires Vitória revelou o primeiro interesse pela tragédia clássica ao traduzir a Electra, de Sófocles.

Mais tarde Sá de Miranda escreveu Cleópatra, talvez a primeira tragédia portuguesa original, que terá conduzido à Castro (1587), de António Ferreira. Esta foi influenciada pelas tragédias de Jorge Buchanan, Jephtes (1554) e Baptistes, e talvez pela Joannes Princeps Tragoedia, de Diogo de Teive.

Jorge Buchanan e Diogo de Teive promoveram o teatro escolar e foram seguidos por muitos mestres de Humanidades. Os Jesuítas, dos quais se destacaram Miguel Venegas e os padres Luís da Cruz e João da Rocha, foram também autores de inúmeros textos dramáticos em latim. Aos árcades Manuel de Figueiredo apresentou várias tragédias de inspiração clássica e de fraco valor literário.

Mais tarde, Reis Quita, J. Xavier de Matos e Teresa de Melo Breyner deram a sua contribuição. Esta última foi premiada em 1788 com Ósmia.

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Como referenciar
tragediógrafos na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$tragediografos [visualizado em 2026-06-04 21:18:23].

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